Se corro atrás de riquezas é por que sou um pobre de espírito.
Se corro atrás de poder é por que sou um fraco de humanidade.
Se não corro atrás de mim é por que devo ter medo de descobrir o que, e o quem, realmente sou eu.
Se consigo caminhar com empatia (o que não é fácil), acabo por naturalmente abrir mão da riqueza material e do poder, e mesmo tendo medo de descobrir o que em verdade sou, por descobrir o que os outros sentem e o quanto os outros sofrem, acabo por entender o quem eu deva ser, e o que realmente vale a pena eu ser.

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